Uma pequena região do cérebro abaixo do tálamo, responsável por muitas funções importantes no corpo humano. Desempenha um papel fundamental na regulação do apetite, sede, temperatura corporal, sono, humor, libido e ritmo circadiano.
O hipotálamo também está intimamente ligado à glândula pituitária, pois produz hormônios que controlam a secreção de vários hormônios pituitários. Por exemplo, o hipotálamo produz gonadotropina, que estimula a secreção de hormônios sexuais pituitários, e somatotropina, que estimula a secreção do hormônio de crescimento.
O hipotálamo também está envolvido na resposta ao estresse, pois produz o hormônio liberador de corticotropina, que estimula a produção de cortisol pelas glândulas suprarrenais. Ele também é responsável pela produção de certos hormônios que regulam o equilíbrio hídrico, como o ADH (hormônio antidiurético).
Existem vários biomarcadores associados ao hipotálamo que podem ajudar a diagnosticar ou monitorar doenças que envolvem essa região do cérebro.
Um dos biomarcadores mais estudados do hipotálamo é o hormônio liberador de gonadotropina (GnRH), que é produzido pelo hipotálamo e regula a secreção de hormônios sexuais a partir da glândula pituitária. Níveis anormais de GnRH podem indicar uma doença do hipotálamo ou da glândula pituitária, como o hipogonadismo.
O hormônio antidiurético (ADH), também produzido pelo hipotálamo, pode ser usado como biomarcador. Níveis anormais de ADH podem indicar disfunção hipotalâmica ou doença renal.
Outros biomarcadores incluem peptídeos hipotalâmicos como neuromedin U e neurotensina, e fatores de crescimento como o fator de crescimento de fibroblastos (FGF). Níveis anormais desses biomarcadores podem indicar distúrbios como obesidade, doença de Alzheimer, doença de Parkinson e outros distúrbios neurológicos.
